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Começamos a conversa perguntando ao Anderson como a mudança de comportamento financeiro dos brasileiros afeta diretamente os negócios, visto à crise econômica causada pelo COVID-19, ele nos disse: “Quando nos deparamos com o isolamento social, identificamos drásticas mudanças no consumo, onde as pessoas começaram a gastar menos.”

Esse é um cenário comum, visto que a paralisação da mão de obra de trabalho, a redução de matéria prima em diversos setores e o fechamento do comércio não essencial obrigou a população a segurar os gastos e optar por não se arriscarem em compras. Sim, o consumo por aplicativos de entregas e deliverys de comida tiveram um grande aumento, mas, o que necessariamente esses valores de aplicativos interferem na economia? O comércio, a indústria e a prestação de serviços são fundamentais para fazer o ponteiro mexer. Nosso PO ainda disse que “Com a crise, percebemos algumas mudanças no dia a dia das empresas, como por exemplo a redução do quadro de funcionários, a readequação do fluxo de pagamento aos seus fornecedores, auxílio ao governo e ao mercado financeiro, o famoso ‘efeito dominó’. Tais mudanças obrigam as empresas a enfrentarem grandes desafios, entre eles o de criar uma estratégia para manterem seus negócios ativos e não quebrarem.”

Fato: reflexões de novas estratégias são extremamente necessárias para reinventar e buscar novas oportunidades de negócios. Só assim nós todos poderemos ter uma grande parcela de contribuição para melhorar a economia e, claro, cuidar da saúde do nosso bolso.

Falando em cuidar, nós também conversamos sobre o cuidado com o Time e a experiência do trabalho home office, sobre o assunto, Anderson disse “Pela falta de experiência de grande parte do Time em trabalhar remoto, tivemos alguns desafios iniciais, como por exemplo, adaptar nossa comunicação e, claro, entender como iríamos trabalhar em casa, adequando nossos afazeres domésticos, família e filhos.” Realmente, balancear o lado profissional com o pessoal em um momento como esse é uma adversidade em comum. “Tenho um Time muito comprometido e sou muito grato a todos”, completa.

Anderson finalizou nossa conversa com uma mensagem de esperança nós: “Após tudo isso, com certeza sairemos mais fortes, tanto pessoalmente, revendo e valorizando mais as nossas relações interpessoais, quanto profissionalmente, fortalecendo nossas habilidades, sendo mais resilientes aos diversos cenários.” Com certeza, a sociedade já aprendeu que as nossas relações mudaram, seja com as pessoas ou com nossas próprias finanças. #Geru

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