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Gastos essenciais x supérfluos: aprenda a distinguir

27 fev 2020 | Institucional

Muitas vezes consideramos que tomamos as melhores decisões com os recursos que dispomos. Não é raro que as pessoas se considerem “econômicas” ou “poupadoras”. Ou ainda, quem nunca escutou alguém dizer, quase ofendido, uma frase do tipo “Mas eu só gasto com o essencial!” quando sugerimos que alguém faça uma revisão de suas despesas? 

Certamente entender mais sobre o que são gastos essenciais e supérfluos é um passo crucial para quem quer ter maior saúde e estabilidade financeira. Se quiser entender melhor, é só seguir com a leitura. 

Gastos essenciais e supérfluos: qual a diferença?

Quando falamos em poupar ou organizar as finanças pessoais precisamos ter uma noção muito clara do que são os gastos essenciais e os gastos supérfluos. Esse é o primeiro passo para cortar os gastos desnecessários. Ou, se não cortá-los de vez, ao menos saber qual é a margem, dentro das nossas receitas, que pode ser economizada sem causar grande prejuízo ao sustento e ao bem-estar, nosso e de nossa família. 

Identificando gastos supérfluos

A percepção do que são gastos essenciais está longe de ser exata. O que temos é uma vaga noção do que é realmente necessário. Um exemplo bem notório é o serviço de internet. Anteriormente dissemos que ter uma boa conexão em casa é essencial. Contudo, imagine a seguinte situação: uma família de dois adultos e duas crianças. 

Os adultos passam o dia fora trabalhando e as crianças na escola. Os adultos usam a internet sobretudo para ler os jornais on-line, realizar compras e pagamentos no homebanking. À noite e aos fins de semana para assistir a um filme ou uma série de um serviço de streaming, isso quando não saem para algum passeio ou casa de familiares. 

Para essa família, é essencial ter o pacote mais caro? Com a velocidade mais alta oferecida pela operadora e centenas de canais de TV por assinatura? 

Nesse caso, temos um gasto supérfluo que “se esconde” em um gasto essencial: concordamos que não se pode ficar sem internet em casa sem prejudicar bastante a qualidade de vida da família. Mas o gasto com velocidade extra e canais de TV por assinatura é totalmente supérfluo. 

Tudo isso sem falar nos pequenos gastos do dia a dia, que somados no fim do mês, podem pesar bastante no orçamento. O uso de aplicativos de transporte e fazer pequenos lanches fora de casa, ao longo do dia, são exemplos bem comuns. Outro exemplo é a compra de vários objetos de pouco valor, que individualmente não representam muito, mas somados fazem grande diferença. 

Por isso, liste todos os seus custos mensais e pense bem sobre eles, analisando sua real necessidade para a sua qualidade de vida, sem esquecer de linkar com os seus objetivos financeiros

Cortando os supérfluos: hora de fazer boas escolhas

Aqui é importante ressaltar que ninguém está dizendo que você deve passar por grandes privações ou deixar de fazer o que gosta. Mas é de fundamental importância para sua saúde financeira entender, dentro do seu orçamento, o que pode ser diminuído ou mesmo eliminado. 

Em um mês de maiores gastos, como janeiro (impostos, taxa matrícula e material escolar, gastos com férias etc), cortar os gastos supérfluos pode ser fundamental para não contrair dívidas. 

Ou ainda há outro cenário bastante comum: alguém que precisa fazer manutenção no carro, comprar um novo eletrodoméstico, ou quer fazer uma pequena viagem. Ainda que os valores não sejam tão elevados, a maioria das pessoas precisa se planejar antes de decidir realizar essas despesas. 

Nesse planejamento, pode se optar por pagar à vista, caso tenha a quantia reservada para esse fim ou o valor não comprometa o orçamento daquele mês. Ou ainda pode decidir pagar a prazo, já que não dispõe do valor para o pagamento integral. 

Vamos pensar nesse último caso. Será que, cortando alguns gastos supérfluos durante alguns meses, essa pessoa não conseguiria juntar esse valor para pagar o valor à vista? Sem grandes sacrifícios ela poderia se livrar do aborrecimento de uma dívida (talvez com juros), e, em alguns casos, poderia até tentar negociar um bom desconto no pagamento integral do item. 

Analise e tenha cautela 

Agora ficou claro como é importante distinguir os gastos essenciais dos supérfluos. Lembre-se que os gastos essenciais são, além dos indispensáveis para o sustento e a qualidade de vida (realmente indispensáveis: como vimos, essa visão pode esconder algumas armadilhas, cuidado!), as parcelas do cartão de crédito, do imóvel ou qualquer outro financiamento, já que podem incorrer em altíssimos juros. 

À exceção dessas despesas, qualquer outra deve ser submetida a um rigoroso e sincero exame. Sugerimos que você observe suas despesas por esse ângulo. Seguramente vai encontrar algum gasto supérfluo que considerava essencial.

Se esses valores somados podem ajudá-lo a quitar mais rápido uma dívida ou adquirir algo que deseja, por que não? Lembre-se que a ideia não é fazer sacrifícios desnecessários, mas sim tomar decisões mais inteligentes com seu dinheiro e organizar a sua vida financeira.

 

Aqui na Geru, queremos te ajudar a entender melhor o mundo financeiro e prezamos por informações completas e claras. Se você gostou desse conteúdo e quer continuar aprendendo, acompanhe nosso blog e não perca nenhuma novidade. 

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