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6 dicas de como sair das dívidas do cartão de crédito

19 abr 2021 | Finanças

É fundamental ser responsável quando o assunto é educação financeira. Estamos passando por um momento delicado, inclusive, já abordamos em nosso blog a importância de lidar com as finanças durante a crise da covid-19. E quando o assunto é dívida no cartão de crédito: a maturidade vai parar onde?

Se você quer ficar com as finanças em dia, fuja dessa armadilha. Antes de se enrolar com parcelas e juros, é importante que você procure uma negociação com a operadora do seu cartão.

Mas como negociar um problema com dívida?

Em tempos de pandemia, você não precisa sair de casa pra ir até resolver a pendência. Use WhatsApp, chat, app e até e-mail. Só não se esqueça de ver o horário de atendimento.

O que acontece se não pagar?

Além da possibilidade de ter seu nome negativado, o grande perigo fica por conta dos juros. Quem não pode pagar a fatura do cartão de crédito, entra no rotativo com taxas em torno de 300% ao ano.


O que é crédito rotativo?

De uma forma bem simples, o crédito rotativo age como um empréstimo. Um péssimo empréstimo, diga-se de passagem. Exemplo: se a fatura do seu cartão era de R$ 2.000 e você pagou R$ 200, os outros R$ 1.800 acumulam para o mês seguinte acompanhados de juros.

Se a taxa de seu banco for de 15% ao mês, sua dívida aumenta para R$ 2.070 sem ao menos perceber. Essa taxa é limitada ao período de 1 mês. Quando passa, o titular do cartão deve pagar a conta integralmente ou parcelá-la com juros menores. O crédito rotativo é automático, por isso, fique atento.

    Por que os juros são altos?

    Porque as instituições assumem um risco ao emprestar o dinheiro aos seus clientes. Sem garantia de retorno, cobram juros elevados pelo tempo devido.

    Dicas para sair das dívidas do cartão de crédito 

     

    1 – Faça uma análise da situação
    Saber o quanto está devendo é o primeiro passo. Pra isso, entenda seu orçamento e se comprometa com parcelas que cabem no seu bolso. Anote, cole post-it, abra planilha no Excel, baixe apps de organização financeira e até prenda boleto na porta da geladeira. O importante é separar os gastos fixos dos pontuais e se comprometer com a realidade.

    2 – Entre em contato com quem você deve
    Não espere eles virem até você. Escolha a forma de contato e seja honesto com a situação. Tente deixar a ansiedade de lado pra negociar as famosas “condições especiais” oferecidas. Tentar nunca é demais.

    3 – Peça ajuda
    Confira no app do cartão de crédito se eles oferecem dicas de educação financeira ou suporte de como parcelar a dívida. Não se sinta intimidado ou acuado por pedir ajuda. Seja transparente com você e seu orçamento.

    4 – Corte gastos
    Você é um comprador impulsivo? Pelo sim ou pelo não, é interessante que você repare nos seus gastos e entenda quais são realmente necessários. A gente frisa muito isso, porque não queremos que conte boletos para dormir, mas carneirinhos.

    5 – Evite parcelamentos
    Vamos supor que você negociou sua dívida. Agora não é o melhor momento para novas compras, ok? Parcelar é fácil e também engana. E por falar nisso, é melhor parcelar ou pagar à vista? Prestação é melhor em casos de gatos mais caros. Pagar à vista vale quando falamos de compras menores, descontos reais ou pra quem está com orçamento em dia.

    6 – Troque a dívida cara por uma mais barata
    É sempre válido avaliar sobre a possibilidade de tomar um empréstimo para pagar uma dívida cara, como a de cartão de crédito. O empréstimo possui juros menores e melhores condições de pagamento, principalmente aqui na Geru.

     

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